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 RIO DE JANEIRO | Reajuste da tarifa de ônibus só em 1º de janeiro de 2018

Por: Redação / Portal InterBuss

Com informações do G1 Rio de Janeiro e RJTV
O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), afirmou nesta segunda-feira (12) que só vai permitir o reajuste na tarifa de ônibus no dia 1º de janeiro de 2018. Ele destacou que o aumento no valor da passagem só poderá ser aplicado em ônibus que tiverem ar-condicionado. As informações são do RJTV.

O reajuste tarifário, no entanto, é alvo de debate na Justiça. As empresas de ônibus alegam que o reajuste é previsto em contrato. A prefeitura diz que vai lutar para barrar o aumento, por considerar que as empresas descumpriram o acordo de climatizar toda a frota.

Em abril, a Rio Ônibus entrou com uma ação na Justiça para que a prefeitura autorizasse o reajuste da tarifa. A entidade defendia que o valor da passagem, que atualmente é de R$ 3,80, deveria ser entre R$ 4,20 e R$ 4,30.
O reajuste no valor da tarifa chegou a ser autorizado pela Justiça, por meio de decisão liminar da 15ª Vara de Fazenda Pública, que fixou a passagem em R$ 3,95. O reajuste seria aplicado no dia 6 de junho.

Entretanto, o prefeito Marcelo Crivella recorreu da decisão e a liminar foi cassada pela Justiça, que manteve a tarifa em R$ 3,80. O valor está em vigor desde fevereiro do ano passado, quando foi reajustado em 11,7%.

No dia 19 de junho vai apresentar um estudo feito pela Secretaria Municipal de Transportes sobre o programa de racionalização das linhas de ônibus implantados na cidade. Ele adiantou que haverá mudanças em algumas linhas, mas não adiantou detalhes das alterações.




Rio em colapso

O Sindicato das Empresas de Ônibus do Rio (Rio Ônibus) afirma que o sistema de transportes da cidade está em colapso e culpa a prefeitura por omissão. Segundo a entidade, sem reajustar tarifa, a “prefeitura vai levar à paralisação de todo o sistema”.

A Rio Ônibus publicou em sua página oficial um comunicado em que critica o posicionamento da prefeitura “que vem destruindo empresas que são responsáveis pelo transporte de mais de 3 milhões de passageiros por dia”.

Segundo o sindicato, mais de 3 mil rodoviários foram demitidos, sete empresas encerraram suas atividades e outras 11 empresas estão na iminência de fechar as portas.

A entidade afirmou também que “as decisões da prefeitura criaram uma verdadeira farra de vans e Kombis” que operam ilegalmente e sem fiscalização e que isso “está destruindo o sistema BRT”.



 VEJAMAIS


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