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 PARÁ | Faz 1 mês que navio afundou e matou 23 pessoas no sudoeste do Estado

Por: Redação / Portal InterBuss

Com informações do G1 Pará

Foto: Paulo Vieira

Nesta sexta-feira completa um mês do naufrágio do navio Capitão Ribeiro, que resultou na morte de 23 pessoas no Pará.

O navio transportava 52 pessoas pelo rio Xingu, e afundou em uma área denominada Ponte Grande do Xingu, entre os municípios de Porto de Moz e Senador Porfírio, sudoeste do Pará.

A embarcação saiu de Santarém, no oeste do estado, no dia 21 de agosto com destino a Vitória do Xingu.

Segundo a Marinha do Brasil, o navio estava autorizado a trafegar até o município de Prainha, mas o barco iria na verdade percorrer um trecho três vezes maior que o permitido, com 384 km a mais do que o indicado.

Além disso, a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA) afirmou que a embarcação não estava autorizada a transportar passageiros.

Sobreviventes disseram que chovia muito quando o barco virou e que a embarcação chegou a ser atingida por uma tromba d’água – fenômeno similar a um tornado.




Cerca de 15 rios cortam o estado do Pará, o que torna o transporte fluvial um meio de transporte muito usado pelos paraenses. No entanto as irregularidades das embarcações ainda fazem parte desse cenário e ameaçam a segurança de quem depende dos rios para de deslocar.

No período de um mês da tragédia em Porto de Moz, 21 embarcações foram apreendidas no Pará, de acordo com a Marinha do Brasil.

Até o momento, 22 pessoas já prestaram depoimento, entre elas o dono da embarcação, Alcimar Almeida da Silva.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Defesa Social (Segup) diz que já haviam provas suficientes da responsabilidade pelas mortes o que levou Alcimar a ser investigado com base no artigo 261 do Código Penal Brasileiro (CPB).

De acordo com a lei “expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar a navegação marítima, fluvial ou aérea” prevê pena de reclusão, de dois a cinco anos.



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