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 Prefeito do Rio diz que vai licitar linhas que não forem assumidas por empresas de consórcios

Por: Notícias Portal InterBuss / Portal InterBuss

• Com informações do G1 Rio.




O prefeito Marcelo Crivella disse, em entrevista ao ‘Bom Dia Rio’ desta segunda-feira (9), que se não chegar a um acordo para que empresas voltem com as linhas de ônibus que sumiram de circulação, num prazo de um ou dois meses vai abrir licitação para que novas empresas façam o serviço e vai liberar vans onde não há ônibus circulando.

“Estamos não só multando as empresas, mas conversando, tentando calcular uma tarifa justa. Onde os ônibus não estão atendendo vamos liberar as vans. E, dependendo da situação, podemos licitar novas linhas de ônibus mais para frente, daqui a um ou dois meses. E vamos abrir não só para empresas do Rio, mas de outros estados e até internacionais”, disse Crivella.

Para o prefeito, o sistema de consórcio se mostrou ineficaz e não funcionou para o passageiro, que na prática não teve à disposição mais ônibus e tarifas menores. Crivella disse que o atual modelo, na verdade, estimula o canibalismo entre as empresas.

“Com esse modelo, temos o risco do monopólio. Mas a situação está sendo monitorada e em breve, no próximo mês ou um pouco mais, teremos uma solução. As empresas não têm mais poder político como anteriormente. A vitória da lei do trocador é uma prova disso. A classe política e a gerência técnica é que têm voz de mando”, disse o prefeito.

A redução do número de ônibus em algumas linhas e do desaparecimento de outras têm sido alvo de reclamações dos passageiros. O G1 havia mostrado o descontentamento dos usuários em março de 2016, cinco meses após o início das mudanças.

Reclamações hoje

O problema é mais evidente na Zona Oeste, onde, por exemplo, a linha 388, em Santa Cruz, só tinha quatro carros circulando e não operava durante os fins de semana, em outubro de 2017.

Ou ainda, as linhas 366 e 398, que ligam Campo Grande, na Zona Oeste, ao Centro. Segundo os passageiros, demoram mais de uma hora para passar. A Secretaria Municipal de Transportes informou que já multou o consórcio da região pela falta de ônibus nas linhas.

Já as linhas 581 e 582, que atendiam passageiros da Urca, na Zona Sul, deixaram de circular quando a empresa que as operava fechou. E as linhas não foram assumidas por outras empresas do consórcio.



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